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	<title>comVinho - onde comprar, bom e barato, dicas e experiências enófilas</title>
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		<title>A evolução do (meu) paladar</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 21:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nosso paladar evolui, ou pelo menos, tirando o julgamento desta afirmação, nosso paladar muda. Meu gosto para vinho está mudando. Na verdade, ele sempre esteve mudando.
Quem acompanha o blog ou twitter já deve ter percebido uma certa tendência minha em preferir o velho mundo, ainda que tenha tomado e adorado muitos vinhos do novo mundo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso paladar evolui, ou pelo menos, tirando o julgamento desta afirmação, nosso paladar muda. Meu gosto para vinho está mudando. Na verdade, ele sempre esteve mudando.</p>
<p>Quem acompanha o blog ou <a href="http://twitter.com/comvinho">twitter</a> já deve ter percebido <a href="http://twitter.com/comvinho/status/7873502768">uma certa tendência minha em preferir o velho mundo</a>, ainda que tenha tomado e <a href="http://twitter.com/comvinho/status/6155444761">adorado muitos vinhos do novo mundo</a>. Nunca tornei disto um impeditivo para experimentar coisas novas, mas simplesmente uma questão de preferência. É uma escolha necessária, por exemplo, imagine que você está andando com uma garrafa em cada mão e alguém te passa uma rasteira, qual deles você salva?. Assim mesmo, quase que como um ato reflexo. Mesmo que não goste de comparar vinhos diferentes eu sempre tive uma certa clareza de qual estilo me agrada mais. E é isso que está mudando.</p>
<p>Vejamos, se eu tivesse que montar um gráfico sobre esta “evolução” do meu gosto por vinhos, provavelmente escolheria os vetores Potência e Complexidade. E minha trajetória seria mais ou menos a seguinte:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-225 aligncenter" title="Evolução Paladar - Força X Complexidade" src="http://comvinho.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/grafico-300x256.png" alt="Evolução Paladar - Força X Complexidade" width="300" height="256" /></p>
<p>Como Potência entenda a força do vinho. Isto pode ser ocasionado por vários fatores: tanino, álcool, carvalho (OAK monster!), muita fruta, especiaria&#8230; Ou tudo isso ao mesmo tempo. É aquela explosão de sabor ou intensidade de uma única sensação na boca.</p>
<p>Complexidade é bastante óbvio. Maior quantidade de sabores e sensações que um vinho pode despertar, de forma equilibrada.</p>
<p>Traduzindo isto em vinho foi mais ou menos assim. Não me lembro exatamente com qual idade, mas comecei a tomar vinho com meus pais, forte influência da família italiana com ótimas e fartas refeições, sempre acompanhadas de um bom (ou não) vinho italiano. Eram vinhos de mesa, Bardolino, Valpolicella, sem grande expressão e fáceis de beber. Ótimos para acompanhar comida. De vez em quando, em situações especiais, apareciam uns Barolos e Brunellos.</p>
<p>Quando eu realmente comecei a me interessar por vinho, por volta dos 22 anos, naturalmente surgiram os chilenos e argentinos, antes os argentinos que os chilenos. Malbec, um nome fácil de guardar com características tão fáceis quanto de serem reconhecidas. Assim era mais simples comparar um com o outro e dizer qual deles era “melhor”, ou pelo menos, qual me agradava mais. Logo em seguida vieram os Cabernet chilenos. Ah, que potência, quanta fruta! Fica ótimo em blends também, Merlot, Cabernet Franc, Carmenère. Muitos sabores e bastante complexidade. Brancos e espumantes, só para as moças, por favor!</p>
<p>Durante todas estas descobertas, sempre arrisquei um passeio pela Europa. Não sei se por influência do sangue italiano, da família ou simplesmente por teimosia. Adorava trazer um vinho europeu pra casa. Franceses, espanhóis, italianos. Quanta decepção. Descobri como é fácil comprar um vinho ruim por 70 reais. Mas também aprendi que este risco diminui com os portugueses</p>
<p>Porém, quando acertava na escolha, por indicação ou simplesmente sorte, eram pulos de alegria. É aquela sensação de “beber história” relatada por um amigo em um momento feliz ao deleitar-se com um grande Bordeaux.</p>
<p>Esta transição é curiosa, digo, do novo para o velho mundo. É difícil não se decepcionar com um vinho europeu quando nossa expectativa é “potência, intensidade, fruta, muita fruta madura, carvalho, álcool&#8230;” . Muitos vinhos europeus parecem “fracos”, “sem expressão”, principalmente numa faixa de preço mais acessível. As vezes realmente os são, mas é comum simplesmente esperarmos algo que aquele vinho não tem e não deveria mesmo ter para oferecer.</p>
<p>Atualmente, não muitos anos depois de ter começado, é ali, na letra B do gráfico que está minha preferência. Traduzindo em vinhos, Borgonhas, Rhône, Bordeaux, Loire, (é, ok, toda a França), mas também Barolos, Brunellos entre outros. E para minha grande surpresa, brancos e espumantes!</p>
<p>Claro que continuo tomando todos os outros vinhos. Antes de mais nada, adoro descobrir novas regiões, como recentemente, Califórnia e Oregon. Continuo procurando o<a href="/blog/category/bom-e-barato/"> bom e barato</a>, seja da Argentina, Chile ou Brasil. E sempre procuro descobrir novos sabores, Grécia, Israel, Hungria&#8230; Mas se qualquer dia destes, <a href="http://twitter.com/comvinho/status/6739532024">saindo feliz e contente após uma boa compra de vinhos</a> levar uma rasteira, bem, você já sabe o que eu vou agarrar!</p>
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		<title>Dois Bordeaux, um argentino e um francês</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 13:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[>> R$ 100 +]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliações]]></category>
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		<description><![CDATA[Sumiço é a palavra que descreve o meu comportamento para com este blog. Peço perdão. Quem me acompanha no twitter sabe que continuo tomando vinho, falando sobre eles e conversando com todo mundo que se interessa pelo assunto. E quem me conhece pessoalmente sabe o motivo que tem me mantido afastado e sabe também que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sumiço é a palavra que descreve o meu comportamento para com este blog. Peço perdão. <a href="http://twitter.com/comvinho">Quem me acompanha no twitter </a>sabe que continuo tomando vinho, falando sobre eles e conversando com todo mundo que se interessa pelo assunto. E quem me conhece pessoalmente sabe o motivo que tem me mantido afastado e sabe também que a tendência é passar.</p>
<p>Bom, vamos ao que me leva a escrever para vocês. Noite especial com pessoas especiais e, é claro, vinhos especiais. Foram &#8220;dois Bordeaux&#8221;, um de Paulliac, Château Batailley 2005, Grand Cru Classe e outro, com a licença poética a que me concedo, o que considero ser o melhor vinho da melhor vinícola argentina: Catena Zapata Estiba Reservada, 2003. O primeiro, Bordeaux em todos os sentidos: origem, terroir, assamblage, e todas as características olfativas e palatáveis que cabem a um bom Grand Cru Classe. O segundo é o corte que teria tudo para ser francês e que costumo chamar de Bordeaux argentino: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Malbec, uvas de origem francesa, mas esta última gostou muito mais do clima sul americano. E com esta classe, elegância, potência e equilíbrio, Malbec, só nas mãos da família Catena e em terras argentinas.</p>
<p>O escolhido para estrear a noite foi o do novo mundo. Ordem arriscada, talvez, mas ainda acho que foi uma escolha correta. Este vinho é uma excelência em equilíbrio. Difícil encontrar uma equação tão perfeita de corpo do novo mundo com esta elegância e personalidade. Muita fruta vermelha, taninos presentes sem sobressair e final longo. Aromas bem definidos e agradáveis, maravilhoso.</p>
<p>Em seguida, tarefa difícil, um legítimo Bordeaux Paulliac, região que produz os vinhos mais bem encorpoados de Bordeaux. Famosos pela presença, mas ainda assim, mais discreto em comparação com o terroir argentino. Começou tímido, mesmo após boa espera no decanter. Mas passando o terceiro gole percebe-se o caminho que talvez apenas um grande Bordeaux pode proporcionar. Complexidade incrível de aromas maduros, frutas e tostado, praticamente sem madeira, restando apenas vanila e chocolate. Ele também carrega deliciosos sabores, presentes e marcantes. Mas são os aromas médios, aqueles transitórios entre aromas reconhecidos, que tornam este vinho um deleite. &#8220;Ele possui entrelinhas&#8230;&#8221; foi a melhor tradução que eu consegui no momento para explicar esta sensação. Ou seja, é um daqueles vinhos que você sabe que não há como descrevê-lo. Melhor encher a taça e aproveitar cada gota.</p>
<p>Dois gigantes&#8230; Ótimas expressões de novo e velho mundo. Cada um tem sua prateleira reservada em minha adega. E espero que não falte energia, ambos merecem muito respeito.</p>
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		<title>Livros sobre vinhos, para ler e degustar</title>
		<link>http://comvinho.com/blog/2009/09/livros-sobre-vinhos-para-ler-degustar/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 14:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[onde comprar]]></category>
		<category><![CDATA[Benjamin Wallace]]></category>
		<category><![CDATA[Champagne]]></category>
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		<category><![CDATA[o livro mais caro da história]]></category>
		<category><![CDATA[Tilar J. Mazzeo]]></category>
		<category><![CDATA[vinho e história]]></category>
		<category><![CDATA[Viúva]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muitos livros sobre Vinhos, principalmente guias ou enciclopédias. É bom tê-los em casa para consultas ocasionais, mas como leitura mesmo eu gosto de romances que misturam História e Vinhos. E estes são bem mais raros, principalmente traduzidos para o português. Li dois recentemente que gostaria de compartilhar com vocês.
 
 A Viúva Clicquot &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">Há muitos livros sobre Vinhos, principalmente guias ou enciclopédias. É bom tê-los em casa para consultas ocasionais, mas como leitura mesmo eu gosto de romances que misturam História e Vinhos. E estes são bem mais raros, principalmente traduzidos para o português. Li dois recentemente que gostaria de compartilhar com vocês.</span></p>
<p><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p><span lang="PT-BR"><img class="alignleft size-full wp-image-216" title="A Viúva Clicquot" src="http://comvinho.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/ViuvaClicquot.jpg" alt="A Viúva Clicquot" width="135" height="202" /></span><span lang="PT-BR"> </span><a href="http://www.travessa.com.br/A_VIUVA_CLICQUOT_A_HISTORIA_DE_UM_IMPERIO_DO_CHAMPANHE_E_DA_MULHER_QUE_O_CONSTRUIU/artigo/f5d6a16b-2a62-4e62-a14f-5c4d47339660"><span lang="PT-BR"><strong>A Viúva Clicquot</strong></span></a><strong><span lang="PT-BR"> &#8211; A história de um império do Champanhe e da mulher que o construiu, de </span><span lang="PT-BR">Tilar J. Mazzeo.</span></strong></p>
<p><span lang="PT-BR">O título diz tudo. Pesquisa aparentemente tão profunda quanto possível para remontar a história de Barbe-Nicole Ponsardin, filha de comerciante burguês nascida em Reims, cidade próxima a Champagne. Criada para ser esposa aristocrata, passou anos difíceis em sua infância, fugindo da violenta revolução francesa.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Casou-se jovem com o sonhador François, filho de um poderoso comerciante têxtil que possuia grandes propriedades vinícolas em torno de Champagne. Na época, era um negócio secundário da família, que vendia as uvas para diversos produtores da região. O casal investiu tudo o que tinha e não tinha nas vinhas. Foram anos dificílimos durante as guerras e invasões do final do século 18 e início do 19. Somente após anos da morte do marido que a Viúva, com maestria na arte de produzir vinhos e fazer negócios, consolidou-se como a rainha do Champagne.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Grande parte da história foi perdida, mas com uma minuciosa pesquisa a autora americana, Tilar J. Mazzeo, consegue juntar os fatos mais importantes da época para narrar uma aventura contagiante da viúva em busca de um sonho. É uma aula sobre vinhos, Champagne, história e empreendedorismo que com um pouco de imaginação nos leva de volta a origem de, provavelmente, a região e o vinho mais famoso de todos os tempos. Leitura deliciosa, difícil largar o livro antes do fim &#8211; <a href="http://www.travessa.com.br/A_VIUVA_CLICQUOT_A_HISTORIA_DE_UM_IMPERIO_DO_CHAMPANHE_E_DA_MULHER_QUE_O_CONSTRUIU/artigo/f5d6a16b-2a62-4e62-a14f-5c4d47339660">por R$31,00 na Livraria da Travessa</a>.</span></p>
<p><span lang="PT-BR"><br />
</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span lang="PT-BR"><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?isbn=8537801100&amp;sid=89121473011912668965346732">O Vinho Mais Caro da História, de Benjamin Wallace</a> <img class="alignright size-medium wp-image-218" title="O Vinho Mais Caro da História - Benajmin Wallace" src="http://comvinho.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/vinhomaiscarodahistoria1-208x300.jpg" alt="O Vinho Mais Caro da História - Benajmin Wallace" width="208" height="300" /></span></strong></p>
<p style="text-align: left;"><span lang="PT-BR">É a partir de um Lafite, 1787, com as iniciais de Thomas Jefferson e o escândalo de sua venda em um leilão por incríveis 156 mil dólares</span><span lang="PT-BR"> que este romance policial se desenvolve. Grandes nomes do vinho, como Broadbend e Rodenstock, e todos os rótulos mais famosos do mundo são personagens deste livro, parte histórico, parte romance (e você nunca sabe qual parte é qual).</span></p>
<p style="text-align: left;"><span lang="PT-BR">O livro revela os escândalos que assolaram o mundo dos leilões de vinhos milionários na década de 90 com uma inundação de falsificações. Como pouquíssimas pessoas são capazes de atestar com autoridade a qualidade e sabor de um vinho antigo, passaram-se décadas vendendo garrafas supostamente intactas e originais, encontradas em antigas adegas. Afinal, qual deveria ser o sabor de um Latour, 1865? Quem diria que não é original e, pior, como comprovar?<br />
</span></p>
<p style="text-align: left;"><span lang="PT-BR">Para apreciadores de vinhos é um deleite imaginar as mega-degustações, promovidas principalmente por Rodenstock, na década de 90, com todos os grandes vinhos das melhores safras que sempre quisemos provar. Chateau Petrús, d`Yquem, Margaux, Chaval Blanc, Mouton-Rothschild, Romanée-Conti etc. Eram dias e dias de orgias gastronômicas inacreditáveis.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span lang="PT-BR">O livro demora um pouco para embalar e eu não diria que chega a ser um grande suspense. Não sei se empolga quem não se interessa tanto por vinhos, para os enófilos, é diversão garantida. Curioso para ver o filme que deve sair em breve, infelizmente não achei maiores detalhes sobre as gravações. Se você souber, deixe um comentário! &#8211; <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?isbn=8537801100&amp;sid=89121473011912668965346732">R$39,90 na livraria cultura</a></span></p>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fcomvinho.com%2Fblog%2F2009%2F09%2Flivros-sobre-vinhos-para-ler-degustar%2F&amp;t=Livros%20sobre%20vinhos%2C%20para%20ler%20e%20degustar" id="facebook_share_button_215" style="font-size:11px; line-height:13px; font-family:'lucida grande',tahoma,verdana,arial,sans-serif; text-decoration:none; display: -moz-inline-block; display:inline-block; padding:1px 20px 0 5px; margin: 5px 0; height:15px; border:1px solid #d8dfea; color: #3B5998; background: #fff url(http://b.static.ak.fbcdn.net/images/share/facebook_share_icon.gif) no-repeat top right;">Share</a>
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		<title>Duc de Raybaud, 2007 &#8211; Pinot Noir, Provence &#8211; Espumante Rosé</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 01:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[>> R$ 51 - 70]]></category>
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		<description><![CDATA[Acabo de experimentar este delicioso espumante de Provence e não pude deixar de publicar o primeiro post sobre vinhos não tintos neste jovem blog. É uma falha, eu sei, mas é fiel ao meu hábito de consumo. Recentemente experimentei uma série de espumantes na faixa dos 30 &#8211; 40 reais e não consegui escolher nenhum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de experimentar este delicioso espumante de Provence e não pude deixar de publicar o primeiro post sobre vinhos não tintos neste jovem blog. É uma falha, eu sei, mas é fiel ao meu hábito de consumo. Recentemente experimentei uma série de espumantes na faixa dos 30 &#8211; 40 reais e não consegui escolher nenhum para falar bem. Finalmente, um pouco acima deste preço, apresento um belíssimo representante da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Provence">região de Provence</a>, tão tradicional quanto o Champagne, ambos franceses.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-213 aligncenter" title="Duc de Raybaud, 2007 - Pinot Noir - Provence França" src="http://comvinho.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/IMG_0019-225x300.jpg" alt="Duc de Raybaud, 2007 - Pinot Noir - Provence França" width="225" height="300" /></p>
<p>Este jovem Rosé, de cor bastante alaranjada, tem todas as características de um bom espumante francês Brut. Lembrando que para o vinho ser Brut é necessário ter menos do que 15 gramas de açúcar residual por litro, ou seja, um vinho seco, bem diferente do nada seco Demi-sec (com 33-55 gramas por litro), vinho razoavelmente doce e injustamente mais apreciado aqui no Brasil. O Duc de Raybaud é bastante seco e com boa acidez. Um pouco de frutas vermelhas no nariz e bastante cítrico na boca. De olhos fechados é possível confundi-lo com um bom Champagne. Vinho refrescante, bom para aperitivos e canapés. Nesta noite acompanhou com classe uma massa ao molho rosé e camarões, inclusive a sobremesa, brigadeiro de chocolate com granulado, em colher. Um ótimo espumante coringa!</p>
<p>A notícia ruim é que não é fácil achá-lo. O importador é a <a href="http://www.kb-vinrose.com/">http://www.kb-vinrose.com</a>/ no Rio de Janeiro, com representação pela <a href="http://www.brbebidas.com.br/">http://www.brbebidas.com.br/</a> em São Paulo. Não sei exatamente o valor, mas é em torno de R$ 55,00 no varejo.</p>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fcomvinho.com%2Fblog%2F2009%2F09%2Fduc-de-raybaud-2007-pinot-noir-provence-espumante-rose%2F&amp;t=Duc%20de%20Raybaud%2C%202007%20-%20Pinot%20Noir%2C%20Provence%20-%20Espumante%20Ros%C3%A9" id="facebook_share_button_212" style="font-size:11px; line-height:13px; font-family:'lucida grande',tahoma,verdana,arial,sans-serif; text-decoration:none; display: -moz-inline-block; display:inline-block; padding:1px 20px 0 5px; margin: 5px 0; height:15px; border:1px solid #d8dfea; color: #3B5998; background: #fff url(http://b.static.ak.fbcdn.net/images/share/facebook_share_icon.gif) no-repeat top right;">Share</a>
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		</item>
		<item>
		<title>Vinho Feudi di San Marzano Primitivo Puglia 2006</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 14:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[>> R$ 20 - 30]]></category>
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		<description><![CDATA[Na batalha constante de achar um vinho de R$20 &#8211; 30 digno de recomendar para vocês, achei este Feudi di San Marzano 2006, de R$ 26,00, um italiano com a uva Primitivo da região de Puglia. Com DNA idêntico à Zinfandel, famosa na Califórnia, EUA, esta uva resulta em vinhos intensos, frutados, alcóolicos e muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-208" title="Primitivo Puglia - Feudi Di San Marzano 2006" src="http://comvinho.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/PrimitivoPuglia-165x300.jpg" alt="Primitivo Puglia - Feudi Di San Marzano 2006" width="165" height="300" />Na batalha constante de achar um vinho de R$20 &#8211; 30 digno de recomendar para vocês, achei este <a href="http://www.menuespecial.com.br/produtos.asp?produto=114&amp;categoria=190&amp;inf=16&amp;a1=%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20Vinhos%20por%20Uva&amp;a2=Primitivo">Feudi di San Marzano 2006</a>, de R$ 26,00, um italiano com a uva Primitivo da região de Puglia. Com DNA idêntico à Zinfandel, famosa na Califórnia, EUA, esta uva resulta em vinhos intensos, frutados, alcóolicos e muito interessantes quando bem trabalhadas.</p>
<p>Este Primitivo tem cor intensa, quase preta e um nariz que chama atenção pelo seu razoável bouquet, algo incomum para vinhos desta categoria. No meu nariz é exatamente como um bolo de chantilly com frutas vermelhas. Na boca, de sabor intenso, se destaca mais uma amora bem madura e doce. Bastante suculento, deve ser um vinho versátil para combinar desde carnes vermelhas até uma boa pizza margherita.</p>
<p>Mais um &#8220;Best buy&#8221;, ou <a href="http://comvinho.com/blog/category/bom-e-barato/">bom e barato</a>, como prefiro chamar.</p>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fcomvinho.com%2Fblog%2F2009%2F09%2Fvinho-feudi-di-san-marzano-primitivo-puglia-200%2F&amp;t=Vinho%20Feudi%20di%20San%20Marzano%20Primitivo%20Puglia%202006" id="facebook_share_button_207" style="font-size:11px; line-height:13px; font-family:'lucida grande',tahoma,verdana,arial,sans-serif; text-decoration:none; display: -moz-inline-block; display:inline-block; padding:1px 20px 0 5px; margin: 5px 0; height:15px; border:1px solid #d8dfea; color: #3B5998; background: #fff url(http://b.static.ak.fbcdn.net/images/share/facebook_share_icon.gif) no-repeat top right;">Share</a>
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		<title>Tabali Late Harvest, Muscat, 2007 &#8211; vinho doce de sobremesa I</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 14:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[>> R$ 31 - 50]]></category>
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		<description><![CDATA[Bons vinhos doces são caros. Geralmente, são comercializados em meia garrafas para minimizar o alto custo, mas também porque não se bebe em tanta quantidade. Eu adoro os Sauternes, já disse aqui, mas por todas as particularidades de sua colheita e produção, estes sim, são bem caros e para momentos especiais.
Porém, há muitos outros vinhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bons vinhos doces são caros. Geralmente, são comercializados em meia garrafas para minimizar o alto custo, mas também porque não se bebe em tanta quantidade. Eu adoro os Sauternes,<a href="http://comvinho.com/blog/2009/05/pergunta-do-dia-voce-ja-tomou-vinhos-de-sobremesa/"> já disse aqui</a>, mas por todas as <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sauternes_%28vinho%29">particularidades de sua colheita e produção</a>, estes sim, são bem caros e para momentos especiais.</p>
<p>Porém, há muitos outros vinhos de sobremesas que também são capazes de adocicar nossas mesas com grande graça. Há o famoso vinho do Porto, que merece um post a parte. Mas gostaria de falar das boas oportunidades que temos na América do Sul, sempre nos proporcionando um bom custo benefício.</p>
<p>Recentemente experimentei o Tabali Late Harvest Muscat 2007 (importado pela Grand Cru, mas atualmente não está disponível no site deles -<a href="http://www.boutiquedovinho.com.br/produto.php?id=11693"> à venda na Boutique do Vinho</a>). Não é um grande vinho de sobremesa, mas acredito que esta nem seja a intenção de seus produtores. Por 39 reais é uma excelente opção para encerrar refeições despretensiosas. Apresenta bons aromas de frutas verdes e banana, boa acidez e bom frescor. Um pouco verde no paladar, amarrando levemente a boca, mas não acho que chega a comprometê-lo. É um vinho para abrir e tomar lentamente, junto com uma sobremesa de morango, por exemplo. Aguenta bem por uns 3 ou 4 dias na geladeira.</p>
<p>Pertencendo a uma categoria mais exclusiva, de vinhos de sobremesas, podemos dizer que é sim uma opção<a href="http://comvinho.com/blog/tag/bom-e-barato/"> boa e barata</a>!</p>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fcomvinho.com%2Fblog%2F2009%2F09%2Ftabali-late-harvest-muscat-2007-vinho-doce-sobremesa%2F&amp;t=Tabali%20Late%20Harvest%2C%20Muscat%2C%202007%20-%20vinho%20doce%20de%20sobremesa%20I" id="facebook_share_button_182" style="font-size:11px; line-height:13px; font-family:'lucida grande',tahoma,verdana,arial,sans-serif; text-decoration:none; display: -moz-inline-block; display:inline-block; padding:1px 20px 0 5px; margin: 5px 0; height:15px; border:1px solid #d8dfea; color: #3B5998; background: #fff url(http://b.static.ak.fbcdn.net/images/share/facebook_share_icon.gif) no-repeat top right;">Share</a>
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		<title>Casillero Del Diablo Carmenere Reserva 2008</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 00:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[>> R$ 31 - 50]]></category>
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		<description><![CDATA[Este é um vinho bastante conhecido de todos. Amplamente divulgado e devidamente marketeado como bom custo benefício. Nunca me convenceu muito, sempre achei &#8220;mundo novo&#8221; demais, o famoso &#8220;arranha-garganta chileno&#8221;.
Porém, a última experiência que tive com este Carménère foi diferente, ele está devidamente saboroso e equilibrado. Não levanta suspiros de prazeres, mas é um bom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-205" title="Casillero del Diablo Carmenere Reserva 2008" src="http://comvinho.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/CasilleroCarmenere-150x300.jpg" alt="Casillero del Diablo Carmenere Reserva 2008" width="150" height="300" />Este é um vinho bastante conhecido de todos. Amplamente divulgado e devidamente marketeado como bom custo benefício. Nunca me convenceu muito, sempre achei &#8220;mundo novo&#8221; demais, o famoso &#8220;arranha-garganta chileno&#8221;.</p>
<p>Porém, a última experiência que tive com este Carménère foi diferente, ele está devidamente saboroso e equilibrado. Não levanta suspiros de prazeres, mas é um bom vinho do dia-a-dia para acompanhar pratos fortes, como carnes bem temperadas. É o segundo Carménère chileno, safra 2008, desta faixa de preço que me surpreende. Não vou me alongar, experimentem vocês mesmos e me digam. <a href="http://www.wine.com.br/vinhos/casillero-del-diablo-carmenere-reserva-2008/prodVC04.html">Por 35 reais, na wine.com.br</a>.</p>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fcomvinho.com%2Fblog%2F2009%2F09%2Fcasillero-del-diablo-carmenere-reserva-2008%2F&amp;t=Casillero%20Del%20Diablo%20Carmenere%20Reserva%202008" id="facebook_share_button_204" style="font-size:11px; line-height:13px; font-family:'lucida grande',tahoma,verdana,arial,sans-serif; text-decoration:none; display: -moz-inline-block; display:inline-block; padding:1px 20px 0 5px; margin: 5px 0; height:15px; border:1px solid #d8dfea; color: #3B5998; background: #fff url(http://b.static.ak.fbcdn.net/images/share/facebook_share_icon.gif) no-repeat top right;">Share</a>
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		</item>
		<item>
		<title>Verdades inconvenientes sobre vinhos</title>
		<link>http://comvinho.com/blog/2009/09/verdades-inconvenientes-sobrevinhos/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 03:32:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[bom vinho]]></category>
		<category><![CDATA[gato por lebre]]></category>
		<category><![CDATA[terroir]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo eu mesmo:

Você pode não gostar de um vinho, mas isso não significa que ele seja ruim, apenas não agrada ao seu paladar.
Bom vinho é aquele que consegue explorar e revelar as melhores características de seu terroir.
Ao beber um vinho é importante notar a intenção de seu produtor. Não compare Mercedez com Ferrari.
Aprender a tomar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo eu mesmo:</p>
<ul>
<li>Você pode não gostar de um vinho, mas isso não significa que ele seja ruim, apenas não agrada ao seu paladar.</li>
<li>Bom vinho é aquele que consegue explorar e revelar as melhores características de seu terroir.</li>
<li>Ao beber um vinho é importante notar a intenção de seu produtor. Não compare Mercedez com Ferrari.</li>
<li>Aprender a tomar os brancos, espumantes, doces etc. é essencial para expandir o paladar.</li>
<li>No Brasil, principalmente em se tratando de vinhos do velho mundo, comemos gato por lebre.</li>
</ul>
<p>[updated: 11/09/09, 02:42]</p>
<ul>
<li>O Brasileiro médio prefere um demi-sec a um Brut.</li>
</ul>
<p>Discorde ou acrescente, por favor! O campo de &#8220;Comentários&#8221; é todo seu.</p>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fcomvinho.com%2Fblog%2F2009%2F09%2Fverdades-inconvenientes-sobrevinhos%2F&amp;t=Verdades%20inconvenientes%20sobre%20vinhos" id="facebook_share_button_202" style="font-size:11px; line-height:13px; font-family:'lucida grande',tahoma,verdana,arial,sans-serif; text-decoration:none; display: -moz-inline-block; display:inline-block; padding:1px 20px 0 5px; margin: 5px 0; height:15px; border:1px solid #d8dfea; color: #3B5998; background: #fff url(http://b.static.ak.fbcdn.net/images/share/facebook_share_icon.gif) no-repeat top right;">Share</a>
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		</item>
		<item>
		<title>Capítulo 12 &#8211; Um best-buy ou o bom uso do decanter? O mito da metade da garrafa</title>
		<link>http://comvinho.com/blog/2009/08/capitulo-12-um-best-buy-ou-o-bom-uso-do-decanter-o-mito-da-metade-da-garrafa/</link>
		<comments>http://comvinho.com/blog/2009/08/capitulo-12-um-best-buy-ou-o-bom-uso-do-decanter-o-mito-da-metade-da-garrafa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 05:21:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliações]]></category>
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		<category><![CDATA[bom e barato]]></category>
		<category><![CDATA[2006]]></category>
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		<category><![CDATA[Californiano]]></category>
		<category><![CDATA[Encorpado]]></category>
		<category><![CDATA[Merlot]]></category>
		<category><![CDATA[Napa Valley]]></category>
		<category><![CDATA[Norte-americano]]></category>
		<category><![CDATA[tinto]]></category>

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		<description><![CDATA[Venho dividir com vcs minhas impressões de um legítimo Napa Valley: COURTNEY BENHAM, Napa Valley, Cabernet Sauvignon com Merlot (78% &#8211; 12%), 2006. Como diriam aqui nas terras do Tio Sam, &#8220;waaaaaaaaay better&#8221; se comparado ao Running with the Scissors. Trata-se de um vinho tinto com aquilo que eu &#8211; com minha pouca experiência por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Venho dividir com vcs minhas impressões de um legítimo Napa Valley: COURTNEY BENHAM, Napa Valley, Cabernet Sauvignon com Merlot (78% &#8211; 12%), 2006. Como diriam aqui nas terras do Tio Sam, &#8220;waaaaaaaaay better&#8221; se comparado ao Running with the Scissors. Trata-se de um vinho tinto com aquilo que eu &#8211; com minha pouca experiência por aqui &#8211; diria que concentra as principais características dos Cabernet Sauvigon daquelas bandas.</p>

<a href='http://comvinho.com/blog/2009/08/capitulo-12-um-best-buy-ou-o-bom-uso-do-decanter-o-mito-da-metade-da-garrafa/coutney-2/' title='Courtney Benham Cabernet Sauvignon 2006'><img width="150" height="150" src="http://comvinho.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/coutney1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Courtney Benham Cabernet Sauvignon 2006" /></a>

<p>É um vinho rico e intenso, com pouca madeira e muita fruta madura, que vira um pouco gosto de tostado ou fumo (vai saber!), desde o começo bastante aveludado, e graças aos céus, de final longo! Na internet, vi que a Wine Enthusiast classificou com 87 pontos. Na loja, paguei USD18 s.m.j. Nota 8,2.<br />
Bom, após essas informações sem muita precisão técnica, vamos para onde eu posso contribuir: a experiência de beber o vinho. Pessoal, aqui abro um enorme parênteses: quando devo usar o decanter? &#8220;Devo&#8221;? Há motivo para tal? Quando um vinho comporta e quando não comporta um decanter? Olhem, conversando com um expert da Total Wine, um francês radicado aqui há 8 anos, ele me disse o seguinte: salvo raras exceções, sempre devemos nos socorrer do decanter quando possível. Ele usa para tudo, e na maioria das vezes, o delta-T é de cerca de 2 horas. Eu me contendo com 30 min na regra geral, com direito a 45min para poucas garrafas (via de regra, a 2ª garrafa do momento).<br />
Na minha opinião, o decanter te dá 30min (ao menos) de vantagem na degustação de uma garrafa. Salvo aqueles vinhos muito velhos e delicados, tudo aquilo que refere-se ao dia-a-dia (e posso arriscar dizer que aplica-se a tudo de até uns 8 a 10 anos de idade) merece um decanter.<br />
Bom, depois de puxar tanta sardinha para o lado do tal do decanter, volto ao Courtney Benham: menos de 10 min. de respiro e já fui prová-lo. O primeiro gole estava alcoólico, culpa dos 13,9ºGL. O resto, foi uma maravilha. Talvez por ser novo, assim que você bebe a primeira comparação é com um vinho frutado com final longo: Barolo na cabeça, eu pensei. Mas aí, poucos segundos depois mostraram aquela sensação que eu curto muito de um corte aveludado de Cabernet, quase adstringente. E o corpo vem na sequencia, e persiste na boca com um final longo. Delicioso. Faltou uma carne para acompanhar.<br />
Bom, se eu escrever algo além disso para essa garrafa, seria pura ficção não-científica. Então vamos ao último tópico: o mito da 1/2 garrafa (tm Jig), que novamente comprovei hoje. Num tenho muita resposta, nem mesmo muitas colocações a respeito, senão um punhado de dúvidas fracas que não nos levarão a muito lugar que não um desabafo coletivo. Porque catzo toda garrafa fica melhor após bebida a 1ª metade dela? Seria o álcool indo embora? Ou seria ele chegando (no nosso fígado)? Seria a tal da oxidação? Meias garrafas seriam o caminho da salvação (hehehe &#8230; me diverti com essa; mas adianto que não é a saída)?????<br />
Enfim, com o Courtney Benham não foi diferente.<br />
Para a posteridade, fica a dica desse vinho. Eu recomendo.</p>
<p>ASF</p>
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		<title>Vinho para todos. Todos mesmo!</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 14:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[beber com amigos]]></category>
		<category><![CDATA[confraria]]></category>
		<category><![CDATA[degustação]]></category>
		<category><![CDATA[enochatos]]></category>
		<category><![CDATA[falar sobre vinhos]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu defendo este lema, mas talvez de uma forma um pouco diferente do que o habitual. É cada vez mais raro o enófilo conservador que preserva o seu costume de degustar o vinho cheio de pompa e cada vez mais comum o discurso não menos chato dos &#8220;anti-enochatos&#8221;. São pessoas que até gostam de vinho, mas por não se interessarem em estudar minimamente o assunto, assumem que qualquer um que sabe diferenciar um Pinot Noir de um Malbec, é um enochato.</p>
<p>Não é bem por aí. Precisamos sim popularizar o vinho e evitar o enochatismo fora de hora. O próprio comVinho surgiu com esta missão, não apenas o blog, mas através de um projeto que muito em breve estará no ar, para facilitar a vida de todos nós consumidores. Isso significa tornar o vinho mais acessível em preço e também como informação, explicar de forma simples o caminho para uma boa compra e a melhor escolha de rótulos para cada situação. Existem muitos blogs sobre o assunto com abordagens variadas, inclusive esta visão mais pragmática. O <a href="http://www.enoblogs.com.br/">Enoblogs</a>, aliás, é uma ótima iniciativa para organizar toda esta informação.</p>
<p>Porém, não podemos cair no outro extremo. Falar sobre vinhos, degustar, prestar atenção nas características olfativas e gustativas não só é necessário para a indústria como é divertido para os apreciadores. Assim como na música, é possível aumentar o seu prazer de beber um vinho se você desenvolver o seu paladar, sua memória e capacidade de fazer associações.</p>
<p>Muitas pessoas gostam e entendem de vinhos, mas evitam falar qualquer coisa sobre o que estão sentindo ao degustar para não parecer um enochato, mesmo em situações absolutamente apropriadas para isto. Nada contra quem quiser passar a vida inteira tomando vinho sem nunca compará-lo a uma fruta, ou buscar desvendar um aroma diferente. A maior parte dos consumidores nunca fará isto. Mas que deixem os interessados se aprofundar e respeitem este conhecimento, assim como paramos para ouvir os comentaristas de futebol (mesmo quando não há nada a ser dito).</p>
<p>É evidente que há situações completamente inapropriadas para a degustação, nem precisamos nos alongar nos exemplos. Mas há muitas outras que são deliciosamente propícias para isto. Foi justamente por esta falta de bom senso que surgiram os anti-enochatos.</p>
<p>Se você gostaria de aprender mais sobre vinho, mas acha que não é capaz de fazer associações, você está errado. Crie sua confraria, reúna os amigos mais próximos (e com o mesmo interesse)  e aproveite para falar sobre vinhos, degustar, harmonizar e aprender, sem receio de não gostar daquele vinho de 92 pontos do Robert Parker. Seja educado e deixe de fora quem não gosta de nada disso. Cada chato no seu galho, não é mesmo?</p>
<p>Beber e falar sobre vinhos com os amigos é um ótimo programa. É prazeroso e cultural. Conversas sobre vinhos sempre envolvem conhecimentos interessantíssimos sobre geografia, história e curiosidades. É diversão na certa.</p>
<p>Como tudo neste vida, o segredo é o equilíbrio. Há de existir vinhos para todo e qualquer tipo de consumidor. E há de todo e qualquer tipo de consumidor entender que existem situações adequadas para cada tipo de consumo. Assim eu espero.</p>
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